… história familiar? O incômodo, então, se tornou uma oportunidade de conviver com o que desconheço. Aberta a essa escuta, entendi que, falando línguas que atravessam os tempos, os contos de Cidinha da Silva nos convidam a explorar e ocupar a margem, um gesto infinito como a experiência de descolonizar nossos afetos, estruturas e subjetividades.