Doce Espera

Eu agradeço ao Felipe, sem ele não teria por quem esperar naquele velho banco azul situado no coração do Bosque

Deitada num banco eu sinto o mundo

Eu sou o mundo

É a brisa amena

Dissipando a paz plena

Refrescando a alma

Traz à tona a vontade

de viver

Traz o farfalhar das árvores

Carrega o verde e a calma

Faz florescer

Ainda num banco eu sinto o mundo

Eu sou o Sol

Embebeda meus olhos, Estrela tonel

Possua-me como farol

Afoga-me com teu mel

Ainda num banco, eu espero

A espera se faz doce

Pois do tempo

O vento me trouxe

Seu perfume, meu alento

e o palor de teus braços

alimenta a chama

excita o aço

do amargo coração

O mesmo se engana

O doce fulgor…

é amor ou paixão

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