Aug 31, 2018 · 1 min read
Na poeira dos dias, o sentido de todas as coisas
Na sujeira das ruas, o significado da vida
Nas calçadas vazias, as memórias de todos os homens do mundo
No sono das crianças, os medos dos velhos de quem o tempo há de rir-se:
“Cretinos, nunca serão nada!”
(À revelia da garantia)
Cresçam e vejam, filhos de Gaia:
Não há vida nos interstícios da vida
Não há escolha nos instantes de reflexão
Não há homem no silêncio da alma
Existam
Só
E não mais insistam em ser mais.
(Do que rebanho)
