Dead memories

“Uma vez, eu li um artigo de um crítico de filmes onde ele dizia que se ele pudesse ter um desejo, seria voltar a ver seu filme preferido outra vez pela primeira vez. Eu desejo isso para nós. E não, eu não quero ir ao cinema. Eu gostaria de ter acabado de conhecer você, e que tudo isso estivesse apenas começando, e que não houvesse muito de mim que eu gostaria que você esquecesse. Sabe, nós estamos apenas começando tudo isso e eu não quero te decepcionar em momento algum. Eu sei que as vezes eu sou meio idiota (completamente) e que algumas vezes como você mesmo disse, eu te deixo com medo. Eu não queria que nada disso acontecesse, nunca foi a minha intenção te causar esse tipo de sentimento. Tudo o que eu mais queria, era que todos os meus dias com você fossem especiais. Mas eu me dei conta de que todos os dias que eu passo junto contigo são especiais. Todos eles. Sem exceção. Enfim, queria que soubesse que aprendi muitas coisas contigo, dentre elas, as diversas formas de amar.
Você me ensinou que amar não significa nada se você não confiar. Me ensinou a não viver do passado. Que a história mais importante é a que nós estamos vivendo hoje. Me ensinou a intensidade de querer dividir uma cama. Você me ensinou a amar, a acreditar, a escrever, a ser. Você é o motivo dos meus sorrisos, é quem me motiva a levantar da cama e dizer que o dia vai ser legal. Me ensinou a ser mais otimista, me ensinou a me preocupar mais com as pessoas, a me dedicar mais, a ser menos egocêntrico, a deixar de lado o orgulho. Poderia dizer que cada partícula do meu corpo te ama, mas seria meio estranho. Mas você sabe que eu te amo da forma mais sincera possível. Parabéns para nós dois. Eu te amo”. 
Foi isso que eu enviei a ela, mas agora tudo isso não passa de uma lembrança.

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