O descarrilhar da plenitude

Frio.

Quase não me reconheço nestas palavras.

Refiz a tentativa de vinculá-las aos meus gritos sobrepujados pela ansiedade...

As ruas de estado mental desconexo eu sigo. O vazio me confronta. Faz-me implorar pelo epílogo.

Mas,

está tão frio.

Minha sensibilidade escapou por meus dedos enregelados.
O cinza, o nada.... liberdade de omissão?

Nunca existi. Este é o meu legado... Onde estão os sonhos?

A ternura influenciada pelas gargalhadas pueris...

Controverso, obtuso.

O que está lamentando?

Eu me lancei distorcidamente, ousei solidamente. Vivi e senti as cores.

Entretanto, os lamentos me corroem na imensidão. Desapareçam!

As ruas de estado mental desconexo eu sigo atinando. O vazio me impede. Quero o epílogo.

Disparate indubitável.

Irá amanhecer. Um amanhecer desenhado por mãos obstinadas... O dinamismo irrefletido.

Eu não percebo o fim. São vestígios de um sorriso.

Não é escuridão de luz, é ausência de consciência.

Simplesmente porque estagnou no breu da tempestade de ceticismo.

Seja cauteloso para não pisar nesta pedra.
Não é pedra! É um cadáver, Meu Cadáver. Oh Deus! Está corroído por irrealizações vivenciais. Suspiro, incerta.
Alguém estremece.

O descarrilhar de uma verdade.

O arrependimento se arrasta próximo. Posso ouvi-lo. Consegue?

O que se poderia dizer? O que se poderia ser?

Algo me queima... É meu orgulho. É meu enterro.

Alívio, o esconder da crítica imprecisa. Implorada para descanso eterno? Efêmero.

Construção pétrea ouça: seu desígnio é ocultar a infame e insana dualidade que petulantemente persistiu na contradição dramática de uma lágrima.

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