E-mails de um eu lirico atenuado
“Luana,
Há muitas formas de se lidar com a vida, há muitas formas de ser e existir. Podemos ser rasos, profundos — rústicos ou sensíveis. Podemos também ignorar quem somos, mas isso me é impossível…
Dia 27/05 nos vimos pela primeira vez. Eu te vi indo embora, já não mais vestida de cigana. Impossível esquecer. Eu estava muito ansioso para te escrever e conhecer.
Já sabia que a noite havia sido diferente das outras. Sempre chego em casa com sono, mas aquele dia, pela primeira vez, não consegui dormir. Não havia a Luana, nos outros dias.
Te escrevi, e essa foi a melhor coisa que eu poderia fazer.
Um beijo de alguém que ama te sentir.”