Eu sou uma pessoa real
Alexia S-H
203

Essa história é realmente tocante e bem sentimental.

Nós realmente vivemos numa sociedade que se compõe em ignorância. Não conhecemos, e por isso julgamos, criamos ideologias e apagamos existências e méritos de pessoas no processo.

É muito delicado esse conceito de ser invisível, e ser considerada um ‘role model’, uma excepcionalidade. Ver que as pessoas carregam essa “consciência inconsciente”, que não enxergam, mas somente abrem olhos quando isso entra em evidência, e esquecem de caracterizar quem tem a deficiência pelos seus méritos, ou todas as qualidades e feitos que combinam em quem a pessoa realmente é. Tudo isso deve ser muita triste, e realmente complicado.

Eu não tenho nenhuma deficiência ou semelhante, mas entendo que toda minoria acaba tendo a necessidade de se adequar à sociedade, enquanto o inverso bem raramente acontece.

Querendo ou não, eu faço parte dessa sociedade, e acho difícil enxergar muitas coisas com outros olhos. Ler seu texto me forneceu uma visão melhor sobre isso.

Ser e existir é direito de qualquer ser humano, independentemente dos problemas ou deficiências que carregam consigo. Isso sim é uma boa mensagem, e tem que ser levada adiante.

Show your support

Clapping shows how much you appreciated Lucas Medina’s story.