Photo by Javier Allegue Barros on Unsplash

E deixa mesmo, aliás se conseguir se conscientizar do quão ruim é ter qualquer tipo de mal sentimento, para com quem quer que seja, reflita e tente combatê-lo ao máximo.

Durante essa jornada que chamamos de vida, pelo menos considerando minha experiência, pude notar que alguns sentimentos são realmente complicados de se lidar. Inveja. Egoísmo. Orgulho. Quantas coisas atuam junto de nós, ainda que de forma indireta, mas transformam radicalmente passos, etapas da nossa vida cotidiana, de maneira totalmente direta.

É natural termos sentimentos para com todas as pessoas ao nosso redor. Mal sentimentos? Já os tive de sobra. Todavia…


Com certeza nós chegaremos em algum momento de nossas vidas em que notaremos a quantidade de oportunidades, em alguma área, que desperdiçamos por capricho pessoal. Não consigo enxergar alguma forma alternativa de descrever isso, que não capricho pessoal.

No decorrer de nossos dias jogamos fora, sem perceber, oportunidades de relacionamento, de trabalho, de ajudar o próximo, de sermos educados, de valorizarmos a nós mesmos, enfim. Oportunidades. Desperdiçadas. O que muitas vezes não conseguimos notar, em tantas ocasiões, é que estas chances abandonadas são únicas e poderiam mudar drasticamente o nosso viver.

Precisamos aprender a escolher melhor.

Sim, escolher melhor. É…


E como é bom ouvir a música certa naquele momento pontual. Melhor ainda é se pegar ouvindo músicas antigas, várias, muitas, e lembrar dos mais diversos momentos em que aquelas notas marcaram, de verdade, a nossa vida. Músicas de games, de novelas, filmes, que remetem à pessoas especiais, às antigas que seus pais ouvem ou costumavam ouvir, ou ainda aquelas não tão velhas assim e que hachuraram a transição da adolescência do seu irmão mais velho juntamente de sua infância pessoal.

Notas simples, muitas vezes cantadas, e que marcaram como se fossem verdadeiras histórias escritas. Não estão escritas. Mas gravam…


Há exatos quatorze dias eu “parei” de escrever aqui no blog. É tanto tempo que estou até estranhando escrever estas primeiras palavras, mas nada como voltar junto a um hábito que nos faz bem. Optei por ficar este tempo afastado, com a finalidade de focar minhas ideias na leitura de assuntos específicos, gastando ainda o tempo que destinava a escrever para ligar estes temas. Isso tudo além de organizar as ideias para um congresso que fui participar.

Diria pra vocês que o ser humano possui uma capacidade inexplicável de juntar suas energias, focalizando-as de forma incrível quando quer realizar algo…


Acredito que todos nós tenhamos alguma coisa, ou ainda alguma pessoa, que nos dá confiança de verdade para realizar algum tipo específico de atividade. Uma prova. Uma encenação. Até mesmo um jogo de futebol. Muitas pessoas possuem seus próprios amuletos e superstições, ainda que estes não sejam coisas e sim seres humanos. Eu também tenho os meus.

Para diversas atividades que realizo no meu cotidiano, até as menos importantes, caso eu esteja de posse de certo item pessoal, ou ainda ao lado de alguma pessoa que me transmita segurança, tudo ocorre muito mais naturalmente e a chance de dar certo…


Por que será que a morte é tão valiosa para as pessoas em geral? Digo, não a morte em si, mas a valorização daquilo que se foi, em razão deste acontecimento. Acho que todos nós já percebemos que o valor atribuído à pessoas, ou ainda para animais de estimação queridos, por exemplo, é extremamente potencializado após o sentimento de perda. Assim fica a questão:

Por que não valorizamos antes?

Talvez não precisemos ir tão longe. Em um exemplo ainda mais palpável, vemos que quando um relacionamento acaba, sempre resta, de alguma forma, a sensação de culpa por não ter valorizado…


Salve salve, pessoal!

Finzinho de sábado, final de semana acaba logo mais e vamos para a postagem das três recomendações de leitura. Os temas da vez? Procrastinação, desconfiômetro e pensamentos. As mensagens são muito bacanas e trazem, novamente, boas reflexões.

Segue abaixo!

Título: A sutil diferença entre censura e ninguém querer te ouvir mesmo

Comentário: um texto muito bacana e que tem tudo a ver com o que vemos diariamente nas redes sociais. Nesta postagem o autor tenta induzir a reflexão no que se refere às diferenças entre ser censurado e entre ser julgado em um meio, mediante uma opinião…


Em alguns momentos as coisas simplesmente não saem conforme o planejado. Tem dias em que o sol nasce, e que acabamos por aguardar ansiosamente a hora dele se por. De acabar, chegar a hora de dormir, colocar a cabeça no travesseiro e abstrair de uma série de problemas do cotidiano.

Amanha será um novo dia.

E pode ter certeza que tudo vai melhorar. Os ânimos vão se suavizar, a cabeça pensará mais racionalmente e muitas opiniões estarão mais suscetíveis a amolecer. Todos passam por tempos difíceis, e em certas ocasiões diversas vezes em apenas uma semana. A semana bomba. …


Pra quem gosta, é uma das melhores pedidas para um sábado a noite. Prefiro falar sobre este tema do ponto de vista dos solteiros, visto que fiz muito pouco isso enquanto estive em relacionamento sério. Na verdade as baladas são, ao mesmo tempo, coisa de gente grande e coisa de quem apenas vai para passar o tempo. Quando me refiro a gente grande, me refiro a conhecer, intrinsecamente, a si mesmo.

Ir com amigos costuma ser muito divertido. Em vários momentos um tira sarro do outro e é risada a noite inteira! …


Festas eternas. Noites de estudo. Conversas intermináveis. Eu poderia dizer que muitas das mais incríveis experiências que tive em minha vida, aconteceram ao longo das madrugadas. Elas são temidas por muita gente, reguladas por muitos pais, mas assim como o restante do dia, elas nos proporcionam diversas alegrias, e também momentos de tristeza.

As alegrias podem vir acompanhadas tanto de solidão, quanto da presença de amigos. Já esteve em alguma festa noite afora, na qual a sua vontade, apesar de impossível naquele momento, era unicamente a de ir embora? Repleto de amigos, mas momentaneamente infeliz.

Todavia em tantas outras vezes…

Lucas Pessoa

24 anos, graduando em ciência da computação e corinthiano. Adoro ler sobre tecnologia e questões voltadas para engrandecimento pessoal.

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