Autoterapia

De tempos em tempos todos nós temos eventuais quedas, sendo que elas podem ser atribuídas aos mais diversos motivos. Cair é natural, a gente se machuca, alguns no mundo já entenderam que isso é importante pra se obter o aprendizado, mas o problema de verdade é quando você, momentaneamente, não enxerga solução. Talvez em um primeiro momento você recorra aos seus amigos e/ou à sua família, sendo que no fim acaba reconhecendo que essa luta é só de você consigo mesmo.

Então, dois caminhos a seguir:

  • Afundar-se ainda mais;
  • Levantar-se de verdade.

Geralmente a primeira opção está atrelada à perpetuação conivente da própria depressão. Você não faz nada pra mudar aquilo, e pelo contrário, age de forma a piorar. Ouve músicas que não auxiliam na situação, se entope de álcool e talvez até fuja para as drogas, conforme já falamos em bate-papos anteriores.

Mas quando falamos da segunda opção, precisamos falar de autoterapia. Não é simplesmente ouvir e aceitar o discurso de que precisa-se ser forte para entender que todos nós em algum momento caímos, e no entanto precisamos nos levantar. É mais do que ouvir. É mais do que solicitar ajuda e conselho. É simplesmente aceitar que a sua cura de momento depende da sua vontade de melhorar.

Se a escolha for de afundar-se ainda mais, talvez o melhor caminho seja procurar ajuda profissional, antes que você se arrependa do tempo de alegrias e sorrisos que terá sido jogado no lixo.

Agora, se a opção escolhida for a de que estar de pé é o caminho a ser seguido, então precisamos entender, sim, que o tempo cura muitas, mas muitas coisas. No entanto é nosso dever auxiliá-lo neste tratamento. Agir de forma a acelerar o processo. Não permitir que a dose menor de remédio dê a possibilidade do alastrar da doença. Não ser covarde consigo mesmo.

O tempo sempre vai curar, sempre! Mas se você quiser mesmo ser responsável pela sua própria alegria, não adianta esperar, pois o responsável por fazer dias melhores em sua própria vida, sempre tem de ser você.


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