Sendo um blogueiro por 30 dias

Cerca de 30 dias atrás eu resolvi começar uma experiência, após ser bastante incentivado pelo meu irmão de alma Tarik. Ele já havia me mostrado diversos textos de blogueiros e pessoas que escrevem há um bom tempo, explicitando diversos benefícios deste hábito. Assim sendo, um mês atrás resolvi trilhar os mesmos passos.

Este ano de 2016 tem sido uma época de grandes experiências e posso garantir a cada um de vocês que, até o momento, essa aqui está entre as mais incríveis delas todas. Ser um blogueiro diário. Você sabe o que é escrever? Sair do padrão de redações de escola e das discussões inacabáveis de Facebook. Em algum momento você ousou escrever por você?

Eu resolvi experimentar de verdade.

E neste post eu gostaria de mostrar brevemente algumas coisas que aprendi nestes últimos 30 dias como blogueiro e espero, do fundo do coração, que eu possa influenciar positivamente aos demais com isso também. Todos deveriam se dar essa oportunidade pelo menos uma vez na vida. Mas vamos lá, às lições!

1. Crescimento drástico do hábito de ler

Isso é simplesmente impressionante. Se você for parar pra pensar, existem milhares de assuntos os quais podemos realizar postagens e levantarmos diversas discussões. No entanto, sempre que eu parava para escrever algo, necessariamente notava uma necessidade de fazê-lo com relação a coisas vivenciadas recentemente. Mas não é todo dia que conseguimos, facilmente, tirar um grande aprendizado de situações, por mais que ali exista algum ensinamento. Os aprendizados não surgem de imediato e em alguns momentos eles tardam a aparecer. Então de onde surgia a inspiração para escrever sobre outros temas? Da leitura!

Ler outros blogs, portais de notícias, páginas voltadas para engrandecimento pessoal e textos sobre temas que gostamos faz com que criemos uma facilidade em ligar diversos assuntos, em conectar conceitos e assim os textos acabam surgindo. Isso se torna algo totalmente encadeado, pois alguns temas vêm a nos interessar tanto, que passando a procurar mais sobre eles, encontramos campos com pequenas variações e que ligam, intrinsecamente, assuntos totalmente diferentes. Ler, sem dúvidas, está diretamente ligado a escrever e vice-versa. O exercício de ambos é complementar e resulta em uma fórmula única.

2. Um diário de boas discussões

Inevitavelmente você deposita, junto ao tema discutido, todo o seu humor e suas emoções daquele dia. Vira uma forma de desabafo, onde você terá espaço para se desafogar e, muitas vezes, engrandecer aos que estão ao seu redor. Racionalmente fazemos coisas incríveis, mas sob alegria ou ainda tristeza, produzimos de forma ainda mais impressionante.

Em um primeiro instante você escreve apenas para você e tenta colocar ali a sua opinião sobre algum assunto. Escreve. Apaga. Corrige. Realinha as frases. Analisa seus princípios. É você mesmo escrevendo? É um personagem? Está indo contra os seus valores? Está sendo preconceituoso ou ferindo alguém? Analisa os princípios mais uma vez. Aprende! Ouve outra opinião. Muda de opinião. Cresce.

Ao contrário do Facebook, neste meio o que importa não é a quantidade de likes e compartilhamentos, mas sim os seletos usuários que se demonstram estar abertos a uma boa e saudável discussão. Neste tipo de diário o que fala mais alto é a qualidade e o crescimento de todos os envolvidos. Mas e a quantidade? Essa a gente deixa pra pensar depois.

3. Uma boa experiência chama uma nova

* Você ama, e quer amar mais.
* Assistiu um episódio do seriado e curtiu? Vamos ao próximo!
* Gostou da comida? Claro! E aceito mais um pouquinho, por gentileza.

A experiência pode ser repetida, ou não, mas aquilo que de alguma forma traz boas sensações, nos induz a querer ainda mais. Com experiências aleatórias não é, de jeito maneira, diferente.

Após começar com o blog e ter a certeza de que foi uma excelente prática que tive pra mim, decidi ir atrás de outras. Experiências voltadas para a saúde e bem estar pessoal, principalmente. Se essa meta foi bem sucedida, porque as demais não seriam?

Resolvi que ia começar fazer alguns tipos de testes e ver como meu corpo e mente reagiam. Ler tantas páginas de um livro por dia. Aprender algo que tenho vontade, assistindo a videoaulas. Passar um tempo razoável sem tomar bebida alcoólica. Caminhar todos os dias. E tantas outras coisas que nunca estive habituado, permitindo a mim mesmo a saída positiva da zona de conforto. O resultado?

Ainda estou buscando mais.

E não sei se pararei tão cedo. Conhecer nossa própria mente e corpo é sensacional e possibilita a nós mesmos uma maior satisfação com as atividades do dia-a-dia. Uma boa experiência chama outra, sempre!


Assim sendo, completando estes 30 dias de blog diário, dou a cada um de vocês uma inevitável recomendação:

Seja um blogueiro, pelo menos uma vez na vida.

A cada momento que escrevo, sinto que os conceitos ficam ainda mais claros, o vocabulário se engrandece na procura de novas palavras e a consciência relaxa do estresse que estamos acostumados a vivenciar.

De hoje em diante o meu objetivo é fazer com que estes 30 dias se tornem 365 e que daqui meses eu possa reafirmar, ainda com mais vigor, o quão engrandecedora foi essa experiência.

Caso você seja um leitor que me acompanhou nesta jornada até agora, deixo a você meu muito obrigado! Seu apoio foi imprescindível e aumentou a minha crença de que as nossas palavras são, sim, responsáveis por muita bondade existente no mundo.

No entanto, se você está aqui pela primeira vez e este seja seu primeiro texto de leitura, seja bem-vindo! O blog possui alguns textos sobre os mais variados temas e reflexões que remetem à minha maneira de pensar e espero, humildemente, que sejam úteis para você também.

É isso, pessoal. Agradeço, de verdade, a oportunidade de poder dividir um pouco deste tempo com vocês. Que tudo isso sirva para a melhoria de todos nós!


Se este texto foi, de alguma forma, útil para você, clique no “recommend”, logo abaixo, para indicá-lo a outras pessoas também. O que foi bom para você, com certeza pode ser bom para os demais. Muito obrigado!
One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.