Sobre o Medium

Fascínio intempestivo?

Considerando o meu eventual desinteresse, falta de atenção à novas plataformas de leitura e organização de ideias, preciso reforçar o achado que o Medium foi para mim; uma interface simples com expressão descentralizada e separada por temas e interesses? Ninguém deveria ficar tão impressionado com uma coisa que tem o conceito já extremamente disseminado na era das redes sociais, né? Mas como dito de forma escusa e proferido pela sociedade com uma considerável latência: “não somos ninguém”.

Opiniões, fatos e pontos de vistas dos mais diversos vindos de “pessoas comuns” despertam, no mínimo, a necessidade de reflexão e vontade de vasculhar nosso repertório de conhecimento.

Esse layout tão simples e tão dinâmico vai abraçando e vai induzindo o operador vulnerável à uma vontade estrondosa de ficar um pouco mais. Acho que essa é a versão literária da contagem regressiva dos entrevídeos do youtube e na pausa entre episódios das séries do Netflix.

Genial receber esse impacto de informações de gente que tenta contribuir de alguma forma com o ciclo de disseminação de ideias do mundo ou que está só organizando as próprias e fazendo com que fiquem mais concretas. Tá certo que maioria dos conteúdos gerados são em inglês, mas o mundo inteiro já não era?

Que descoberta.

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