O paradoxo mais íntimo

“No ônibus, 1984, 
As fronteiras se cruzavam. 
As ciências caladas, Ilidiam na sala.
Política, sociedade e igualdade.
Fé, coração e a água sagrada.
Livros, café, folk e a lapa,
Desabrangiam a profundeza daquela alma.”

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