Sobrevivendo no Linux #01 — Escolhendo a Distro
Resolvi formatar meu notebook com Windows 10 há algumas semanas atrás. Minha escolha foi utilizar alguma distribuição Linux. Passei por algumas distribuições e tive algumas dores de cabeça com tudo isso. Após uma nova falha de minha parte (errei nas partições na hora de formatar e vi meu HD com 30 GB, oh god).
Hoje resolvi formatar o notebook novamente e “narrar” minhas aventuras com Linux. Com certeza isso vai mostrar para qualquer pessoa com medo de
utilizar o Linux que não é nenhum bicho de sete cabeças.
Vamos lá. A primeira coisa a fazer é escolher a distribuição. Como há a possibilidade de testar o Linux sem instalar, é muito tranquilo descobrir qual a distro ideal para você na prática. Mas, um ponto muito importante é verificar a comunidade da distribuição, a facilidade para instalar aplicações, o quanto a distribuição trabalha a interface de usuário (exemplo: o Ubuntu era reconhecido pelo Unity, o Fedora com Gnome, o Linux Mint (ou LMDE) com Cinnamon, e assim vai). Isso vai influenciar diretamente no comportamento do sistema e será visto mais a frente.
Eu escolhi o Fedora como distribuição, mas pretendo fazer dual boot com LMDE (Linux Mint Debian Edition). Não vou explicar como fazer a instalação, já que isso é facilmente encontrado na internet. Porém, se você for instalar apenas o Fedora (ou qualquer outra distro), será muito simples a instalação, já que a maioria das distros possui ambiente gráfico para isso (muitas delas, inclusive o Fedora, tem o ambiente de instalação muito mais amigável do que o Windows).
Iniciando o Fedora. Agora que o Fedora está instalado, a primeira tela que temos ao iniciar o sistema é muito amigável. As configurações de contas que aparecem ali, serão mostradas nas notificações, e a última tela de boas vindas é uma tela com tutoriais para aprender a usar o sistema. Muito útil.
Hora de atualizar o sistema, mas…
O Fedora usa a loja de apps do Gnome, através dela podemos fazer atualizações. Porém, não consegui fazer a atualização para o Fedora 28 por lá. Hora de usar o tão temido terminal.
Iniciei o Firefox, e busquei por “atualizar para fedora 28". Olhando os resultados, e um deles é da fedora magazine. Apenas copiei os comandos para o terminal e colei (step by step) no terminal, como o artigo vai mostrando e voilà, Fedora atualizado e pronto para a aventura.
Devo admitir que, por mais fácil que seja utilizar o Fedora, ele não é o sistema mais simples para quem não gosta nada de terminal. Uma distro muito mais “tranquila” de se utilizar é o Linux Mint, onde realmente não é necessário utilizar o terminal (claro que isso depende do que você vai querer instalar ou fazer com o sistema).
