Flamengo entre o Médico e o Monstro

O FlaxFlu de ontem era aguardado com grande desconforto pelo torcedor rubro-negro, não por qualquer tipo de temor do clube de três cores, e sim pelo trabalho hercúleo que tem sido assistir as partidas da equipe da Gávea.

‘’Motorzinho’’ decisivo: Só dá Everton em Clássicos.

A primeira etapa da peleja foi marcada pela entrega do Flamengo e a inabilidade do rival em tentar sair jogando, o que possibilitou um fácil domínio da bola e o controle da partida. Marcada também pela infeliz jogada em que o seguro Réver saiu machucado e preocupa muito para a continuidade do ano.

Em um lance mais pensado dos nossos meias, Arão infiltrou de maneira correta e praticamente serviu Everton para abrir o placar. Na segunda etapa o time adotou uma postura perigosa e tentou explorar o contra-ataque com jogadores que já estavam desgastados, chamando o Fluminense pra cima, que tentou mesmo sem criatividade.

Na partida de ontem, confesso que me peguei surpreso com uma figura estranha em campo. Quando eu era menino, na flor da infância, já havia visto este personagem outras vezes, mas há tanto havia sumido que jurei que fosse um sonho perdido. Aparentemente, e aguardo por confirmação, temos um goleiro de verdade defendendo a meta rubro-negra. Que segurança transmitiu Diego Alves ontem!

Ainda poderíamos ter espetado mais um, nos vacilos dados pela zaga floral, mas a vantagem que levamos para este segundo jogo é boa. Isso é claro, se jogarmos com a seriedade que temos encarados os clássicos. Que sirvam de espelho a garra de Cuellar e a elegância de Juan!

Flamengo entre o Médico e o Monstro.

O que nos trás para um dilema: Qual o real Flamengo? O da partida apática contra o São Paulo, ou o que luta no Maracanã? Qual será aquele que entrará em campo no sábado contra o rival treinado pelo técnico que comemora empate? E qual será o de quarta que vem? A verdade é que em outubro, ainda não sabemos a real identidade dessa equipe. Que seu destino seja o da vitória nessas próximas datas!

Saudações Rubro-Negras!

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.