a flufa e a transa. a transa e a flufa.

era um dia sombrio, não por motivos mágicos harry potterianos, mas por ser noite mesmo, eu estava recebendo a visita de uma gatinha. era aquele tipo de visita que você aguarda ansiosamente, o tipo de visita que todo presidiário quer receber, uma visita íntima, digamos.

pra começo de conversa eu tenho um pouco de dificuldade pra escolher a trilha sonora pra esses momentos. como ouvir marvin gaye sem parecer que todos os motivos para que vocês estejam ali sejam realmente o motivos para que vocês estão ali? o bom da vida é dissimular e fingir que você não sabe de nada.

bom, vencido o problema da trilha sonora a coisa começa, esquenta e chega, às vezes, o momento de ter uma conversinha mais próxima com aquela parte do corpo da mulher que tem tanta procura que se vivêssemos no velho oeste estaria por aí em cartazes com WANTED escrito logo acima da foto.

e foi aí que eu comecei a rir, o que me impediu de concluir a conversa, porém fazer o que né.

o que fiquei pensando foi: e se, no meio do caminho, você encontra a famigerada flunfa?

você está lá com todos seus movimentos sexuais e puxões e apertões e remelexos e arrepios, descendo para os países baixos da pessoa que está com você e encontra esse vilão dos umbigos. esse elemento quase radioativo da vida, que reis, rainhas, presidentes, corruptos ou não, pessoas comuns e sem talentos aparentes, mark zuckerbergs… todos encontram ocasionalmente no corpo.

tinha uma flunfa no meio do caminho. no meio do caminho tinha uma flunfa. o que você faria?

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