Regime semi-aberto

As opções são as seguintes:

Ou vivo num estado eterno de super, não, hipersignificação da vida e tudo que acontece nela, me fazendo acreditar que as coisas são mais do que realmente se apresentam, e os sentidos são pouco diante da imensidão de perspectivas que existem, ou

Eu só viajo demais, e acabo morrendo na praia sempre que tento explicar.

É viver num universo só seu, isolado numa imensidão sintática de coerência incoerente, numa didática meio impossível de se trabalhar.

Revoltante.

Não da pra compreender? São muitas as possibilidades de uma coisa não ser só o que se vê! Então porque se contentar com uma única, pobre de interpretação e vazia de estímulo? O imaterial irreceptivo só existe perante a falta de sensibilidade. Todo o resto é válido, e vai além das explicações padronizadas e tão bem construídas que conhecemos.

É tão inconcebível assim a ideia de que

Precisamos respeitar aquilo que não entendemos?

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