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A borracha que apaga o poema

Há receitas demais no mundo
Canonizadas!
Já vivemos tudo?
Parece não haver descobertas
Só opiniões rasas de imóveis

Quando errar virou crime
A arte sumiu
A borracha apagou o poema
E o zunido de intolerantes silenciou sinfonias

É o fim
Já estamos mortos
E não há céu