Maturidade não é sobre palavras difíceis. Exemplificando, o nordestino mais amável que já existiu, meu avô, era analfabeto, cheio de defeitos, mas incrivelmente sábio.

Não tem como não falar de “maturidade” sem correlacionar “sabedoria”.

São faculdades que ninguém desenvolve por completo, até porque são essenciais pra formação de alguém. A frustração dos planos e ideias, em uma visão nietzschiana, é o único caminho para a redenção, ou melhor, engrandecimento pessoal.

Ninguém nasce e não enfrenta dificuldades, mesmo que mínimas.

Tudo se compõe de “altos e baixos”. Se relacionar com pessoas, é automaticamente se relacionar com as diferenças que elas possuem de nós. É lógico que o estranhamento ideológico existirá.

Tem gente que durante anos a fio, depois de muitos ciclos abertos e fechados com muitas pessoas, nem sabem a significância de um ser sábio e maturo.

Não é questão de idade, classe social, ou outra infinidade de circunstâncias. É questão de abrir as janelas pra algum tipo de aprendizado, de engrandecimento. É sentir a glória em chorar e perder.

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