Nave dos loucos

Içar a vela indo ao rumo do redemoinho
Rumo a vida, que cheia de caminhos
Os mistura e esconde-os no alçapão

A fim de que cada paixão, mais intensa que a tempestade
Tanto a tristeza como a felicidade
Bata com força na porta

E quem, que com coragem há de fazer
Abrir a porta, sem ver que está escondido
E ainda, com a emoção lidar sem que haja escolhido

Sem saída ou p’ra onde escapar

E p’ra fugir… Só pulando no mar.

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