Meu Diário no Vale do Silício — Dia 5

E hoje concluí o curso no Institute for the Future, agora sim certificado como Foresight Practitioner. Na prática, apropriado de mais ferramentas para investigar e facilitar processos de análises de tendências e transformação em projetos.

Não foi tão fácil pela barreira cultural e do idioma, foi minha experiência de treinamento na terra do Tio Sam, mas por estar ambientado com o tema e a aplicação de metodologias, só no ano passado ministrei mais de 30 palestras no tema, consegui capturar muita coisa.

A atmosfera do Institute é fantástica. Vale ressaltar que como existe desde a década de 60, as principais bases do pensamento inovador e disruptivo do Vale do Silício saíram daquelas paredes, inclusive para dar uma ideia conheci o livro que criou a base da abordagem do Business Model Canvas, que foi construído a partir da ideia da Segunda Curva criada pelo Ian Morisson.

Discutimos ao longo do dia como colocar em prática amanhã, em nosso dia-a-dia as ferramentas em qualquer ambiente em que estivermos.

Em seguida fiz um primeiro tour exploratório por San Francisco para jantar com uma amiga que não via há uns 10 anos pelo menos, e que me contou um pouco sobre suas experiências e visões na Califórnia. Aliás, vale uma dica, se vier para estes lados tente se encontrar com os brasileiros e ouvi-los sobre o que rola por aqui sob suas perspectivas, isso ajuda muito a ampliar a visão.

Ao chegar na estação de trem de São Francisco me deparei com a saída dos torcedores dos Giants. Hoje começou a temporada de beisebol, que confesso não entender nada das regras. Depois de jantar num restaurante de comida asiática no Ferry Plaza, fechamos a noite na maravilhosa chocolateria e sorveteria Ghirardelli, um dos primeiros comércios da cidade.

San Francisco Station
AT&T Giants Stadium
Oakland Bay Bridge
Estrutura da Oakland Bay Bridge
Ferry Plaza
Ao fundo a iluminada Oakland Bay Bridge
Chocolateria Ghirardelli