Rotterdam: o paraíso arquitetônico da Holanda

No nosso último dia em Amsterdam reservamos a manhã para visitar o museu/casa da Anne Frank. Fizemos uma visita guiada e foi bem interessante, o museu é super infraestruturado. O ingresso deve ser comprado com antecipação pela internet e o museu funciona todos os dias das 9:00 às 22:00.

De lá, pegamos as malas e seguimos para a Centraal Station, de onde pegamos um trem até Rotterdam (a estação Blaak é a mais bem localizada, perto do Market Hall e das CubeHouses, não a central!).

Rotterdam é uma cidade quase que futurística em termos de arquitetura! Tudo é muito diferente e criativo: um prato cheio pra quem é da área. Lá, são famosas as CubeHouses, um complexo de casinhas em forma de cubos inclinados que se encaixam um nos outros. Muito doido! Por dentro, inclusive, o formato dos cômodos fica completamente alterado em relação ao que estamos acostumados.

Pra conhecer isso melhor, resolvemos alugar uma casinha dessas. Aluguei pelo Booking e o preço foi um pouquinho maior do que de hotel, mas vale muito a pena pela experiência e também por ser uma casa (bem grande, por sinal), e não só um quarto. Tem acomodação pra bastante gente, então o custo-benefício é maior para grupos, saindo talvez mais barato do que em hotel.

Logo em frente ao complexo das CubeHouses tem o Market Hall, que é muito mais do que um mercado como o de qualquer outra cidade e não pode faltar no roteiro de quem vai pra Rotterdam. Pra começar, a construção é maravilhosa, em formato meio circular e com várias janelinhas. Não por acaso, essas janelinhas são de fato apartamentos residenciais, com sacadas nas laterais do mercado. Além disso, o teto é todo estampado, com animais, plantas, e tudo bem colorido! À noite, com tudo iluminado, fica maravilhoso! É um dos lugares mais diferentes e bonitos que eu já vi na vida e o melhor: com muuuuuuuita comida boa! Dá pra jantar, almoçar ou só comer um lanchinho. Amei demais.

O mercado funciona todos os dias, com horários variados, em torno das 10:00 às 20:00.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.