Luiza Campos, taróloga, tecelã de redes, feminista, consultora de projetos, inconveniente, invasiva e a chata das referências. Em versão Beta.
Brega mesmo, porque não?
O ser-que-sente é constantemente colocado como antagônico e inferior ao ser-que-pensa. O ser-que-sente é visto como impulsivo, como descontrolado e até como maluco. Não se pode demonstrar que se está sentindo, porque é sinal de fraqueza. Não se pode chorar no trabalho, na rua, no restaurante, na frente…
Mario Hora foi um jornalista e crítico de teatro conhecido, que por muitos anos trabalhou no jornal O…
Eu não lembro quando foi que o meu peso, meu tamanho e o fato de ser gorda começou a aparecer na minha vida. Mesmo que hoje eu olhe as fotos da minha infância e adolescência e não me…
Hoje fazem 77 dias que me mudei para São Paulo. Desde que fiz o último texto, em que me despedi do Rio, sinto…