RETORNO

Traga-me calma. Enquanto escrevo uma nova canção. Seja a morada de minh’alma. Seja minha oração. Que me enraize. E se desdobre. Que me ilumine. E me teletransporte.

Das letras desse teclado. Embaralhadas. Do silêncio e do espaço. Do banco, desse parque, daquela miniatura de casa. E pra quem faz sentido? Tanto faz. E por quem é sentido? Desde que exista paz.

É domingo. É diferente. E prezo pela reza. Sem dia certo pra ser descrente. Estou preso por estar com pressa. Quero curtir e também não. Quero ser feliz nessa escuridão.

Da paz interior. Do que quero para amanhã. Do que está dentro de mim, Deus e Satã. A guerra. A solução. Há guerra. Mas também perdão. E houve amor. E haverá retorno. Do que se gosta, se ama de novo.

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