Crônicas de uma relatividade paralela

Amo meu espaço, mas não viverei sozinho, nem que me paguem

Amor é o laço, desembaraço é caminho, não to acostumado a viver assim
então não ponhe a culpa em mim…

Cê gosta de trap Atlanta não é aqui, eu vivo Mississípi chapa onde “Salcity” exala Blues Rap e o corpo dança salsa em sintonia com as energias descalças, no quarto eu nunca entendo nada, na rua fito varias laranjadas, fato.

Pretos são pretos, brancos são que querem, Serei mais preto pra buscar o que meu povo merece.

Se é pra bailar nessa bagaça menos conversa que o tempo passa, um litro de são jorge ta tudo em casa, converso com minhas teorias, exponho as clausulas, verdades é de quem não existe e fala, falo só na cara dos canalha, falsos profetas bala.

Não vim aqui para jogar tolha e sim mostrar fio da navalha.

Cuidado… fere a quem quer quando se é pelo errado, Eu escrevo um poema de Camões no mais sujo letrado é maestria de rato, Laroyê pra os vagabundos natos, resistência é 12 horas sem itinerário.

Gosto do doce das pétalas, frígidas não fazem o meu forte, vulgaridade é o que fazem com os pobres, nobres não se dão ao toque, se vendem pra comprar ibope.

E os samurai fi da peste fugindo do corte, bem vindo ao encontro das vozes
onde o mais vivo é quem morre.

Queime fogo!

Ame sem pedir socorro, quem segura o microfone põe a corda no pescoço. Antes vivo do que morto.

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