VT desemprego em Curitiba: um compromisso!
Curitiba é uma das capitais que não possui políticas públicas voltadas ao uso gratuito do transporte coletivo para as pessoas que estão fora do mercado de trabalho.
A (o) desempregada (o) precisa de dinheiro para se deslocar até o local da entrevista (e não ter nenhuma garantia de contratação), muitas vezes dependendo da ajuda de terceiros para pagar a tarifa. Com o VT Desemprego, acessaria os ônibus da RIT sem se preocupar com a passagem, pelo menos até conseguir um novo emprego.

São Paulo, a maior cidade do país, tem o bilhete desemprego na CPTM (trens) e Metrô (conforme foto acima) com validade de 90 dias não-renováveis, desde que cumpra certos requisitos.
Como proponho que seja o de Curitiba: a (o) interessada (o) iria até algum posto da URBS nas Ruas da Cidadania ou Rodoferroviária, portando carteira de trabalho com a baixa do emprego, CPF, RG, a rescisão e o vale-transporte comum, que seria bloqueado pelo período em que o VT Desemprego estivesse funcionando (90 dias, com a possibilidade de renovar para mais 45). Assim que a pessoa conseguisse um novo emprego, teria que voltar na URBS para devolver o vale desemprego e assim desbloquear o comum. Do contrário, além de perder o vale, ficaria com CPF bloqueado para a compra de novos cartões de vale transporte, em todas as modalidades. Caso não conseguisse um novo serviço ao fim dos 135 dias (90 iniciais + 45 da renovação), também teria que devolvê-lo e esperar pelo menos 90 dias para poder pedir novamente o beneficio.
2020 está chegando e enquanto pré-candidato a vereador, assumo o compromisso de defender essa proposta durante toda a campanha e a gestão, se eleito for. Tá na hora de Curitiba olhar com mais carinho para aquelas e aqueles que vivem à margem do mercado de trabalho.