Segundo

do pensamento, fez-se a dúvida, cruel tortura

do silêncio estarrecido, sem saber como lidar, olho pro horizonte, procuro me enquadrar

esse universo tão errante a quem pertencem os retirantes,

daquele sonho oprimido, o troco errado

do futuro engradado, que jamais fora tomado, apenas a espera do momento chegar

das promessas já esquecidas, da saudade…

A, a saudade… nada mais a se importar…

E se um dia, apenas meu silêncio restar, é que no tempo se perdeu, todo meu pe(n)sa

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