Clarice e eu

Lu Couto
Lu Couto
Aug 25, 2017 · 1 min read

Lendo Clarice sinto uma vontade danada de ser eu mesma. De escrever sobre o que penso. De desenhar com palavras o mundo. Ela me autoriza e como uma amiga carinhosa, compreendendo meu desamparo, me consola.

Não conheço ninguém como ela, ninguém.

Passeio pelas suas linhas e imagino como foi escrever aquelas palavras, em qual contexto ela estava vivendo, a insegurança que sentia, a dor que passava.

Posso citar dezenas de frases que me tocam, mas escolhi só uma, pequena porém potente. Capaz de nos traduzir e nos unir.

A arte não é liberdade, é libertação.

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