O canto há de doer

Teu canto domado por fera besta de ego há de diminuir teu ser

De grito frustrado emerge teu ato

Com o sangue da raiva é pintado o meu e também o teu celibato

Queime a pele na qual foi escrito o teu pecado

Não há dia chuvoso que doa mais

Do que o meu coração amargurado