Fazia já muito tempo que ensaiava ler o romance de estreia de James Joyce, “O retrato do artista quando jovem”. E isso porque, ao final da adolescência, quando aprouve a Deus ir-me aos poucos arrancando das trevas do agnosticismo, um grande amigo me falara da obra como “um relato de um jovem que se digladia entre o sacerdócio e a arte”, isto é, entre…