Utopista irreal ou um mero sonhador.

O Sonhador de Caspar David Friedrich

Fico imaginando como era os Workshop de Thomas Edison onde sempre aparecia um “espertinho” para duvidar, dizer que suas ideias nunca dariam certo ou taxa-lo como louco. Imagino Beethoven e se professor que sempre considerava seu aluno como um péssimo compositor. Nós deixam uma lição: não devemos dar ouvidos à tudo que dizem.

Para eles o faz de conta não era regra e a base para o seu sucesso era o sonho, ou melhor, o verbo sonhar. Todos temos invenções, utopias, devaneios e até quimeras dentro de si, que ao olhos da realidade é considerado loucura. Ma que vive sem loucura não sabe o que é ter o real em suas mãos e só os fortes permanecem longe da razão.

“O mundo é um moinho, vai triturar teus sonhos tão mesquinhos.” — Cartola

Quantos sonhos são necessários para que um se torne realidade ? vários sonhos, e acima de tudo é indispensável sonhar. E se você um dia ousar criar o que ainda não foi feito, vá e faça. E se alguém duvidar? acredite em você, pois ainda há tempo para recomeçar.

Descubra terras fora do mapa, segredos nas estrelas, seja um descobridor dos sete mares ou um pescador de ilusões; é o seu dever acreditar. E de modo algum ouse negar um sonhador, pois dentro deles há mais do que você possa imaginar.

“Nada lhe pertence mais que seus sonhos.” — Nietzsche
Depois desse texto, torne-se um visionário devaneador, utopista irreal, espectral fantasmagórico ou se preferir um mero sonhador.