Tempos de Coimbra

Não pelo título
Que nunca toquei
Apenas se lançar
Ao que outrora almejei

Sobre aprender e me sentir
Por ali não me encontrava
Para sentidos que não se encaixam
Não valem a empreitada

Por falar em evoluir
Não esperava me contradizer
De repente me vi
Esmagada entre o ser e o ter

Cada dia tao intenso
Deve valer a recompensa
Tanta alegria e tanta angústia
Um sem-sentido de nascença

Nascer de novo para ser mais
E para começar:
É de dentro que se renasce

Bati o pé e fui
Seguir minha jornada
Podem até não botar fé
O meu propósito me acalma

São novos tempos.
Um desafio permanente
Tentar ser nesse mundo 
A melhor versão da gente

Cada dia de pouquinho
Vivendo devagarinho
Melhor gastar o tempo
Contemplando o caminho

Nada disso é difícil
Ser de verdade é requisito
Mente, essencia, natureza
Confiança reforçada

Quem segue os seus institos
Demora mas faz sentido
Ta tudo colorido:
Eita felicidade danada!

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