Não há uma resposta certa.

Depois de um fim de semana rápido no litoral, veio à tona um sonho antigo que teve seu primeiro despertar há pouco mais de quatro anos: o de ser fotógrafo de surf.

Não é de hoje, que comecei a transformar a insatisfação diária provocada pela rotina (e pelo feed de redes sociais) em pensamentos para tentar guiar minha vida de forma que, o sonho de trabalhar com shows e esportes mais radicais ou relacionados com água, especialmente o surf, pudesse ser algo real no futuro próximo.

Mas “a vida amigo, essa é uma caixinha de…


Não fique tão calmo assim!

Para dar início, não recomendo, não faça 35, não chegue lá. Muito menos se aproxime dos 36. É uma cilada, e das grandes. Mas como a vida segue seu curso, e não houver nenhum imprevisto no caminho, você vai fazer 35 e vai estar há quatro meses de fazer 36 (tipo eu) em determinando momento da sua vida.

É que chegar aos 35, não aos 30, aos 35, te dá a impressão real de estar na metade da vida, isso levando quase que de forma intuitiva os índices que indicam a expectativa de vida atual para o homem. E estar na metade da vida, você pode achar que não, é algo assustador!

Atualização: tô perto dos 37 agora. Achei hoje esse rascunho. Não façam 37 também!!!


Imagina que você é jornalista. Imagina que você quis fazer jornalismo porque gostava de escrever, eu disse escrever, sobre música e cultura pop. Imagina que no meio do caminho, você se formou, não escreveu sobre música e cultura pop e foi cair na TV. Agora imagina, que o seu sonho de produto de cultura pop não vai ser escrito, mas falado através de uma rádio FM. Já imaginou?

Junte a esses seus pensamentos, o fato de que o sonho de uma vida feliz, terminou onde você não achava ser possível encontrar felicidade. Imaginou de novo? Tem tudo para dar certo…


Eu deveria estar agora, estudando para um bom concurso. 36 anos, já no abismo dos 37, barbudo e barrigudo. Sentado em frente ao computador tentando de toda forma descobrir algum milagre, que eu possa chamar de “empreendedorismo”, e que me tire essa sensação terrível de não ter o que fazer, ao menos por hora. Talvez o melhor fosse estudar e não escrever.

Essa semana completo nove meses sem um emprego formal. De lá pra cá abri uma empresa de um homem só, para trabalhar com uma das coisas que mais amo: fotografia. Mas dezembro e janeiro não são os melhores…


O que fazem os sonhos?

Há algo engraçado sobre a vida. Se pararmos para analisar individualmente cada pessoa, depois cada casal, cada família e depois o grupo familiar expandido, é possível perceber que há uma alternância de ciclos bons ruins. E isso independe do nível social ou grau de instrução, sempre há algo que torna momentos bons e algo que faz com que os momentos sejam ruins. Pode ser desde a alegria de um novo emprego, alguma aquisição, por menor que seja, uma doença, falta de dinheiro, ou então a saudade de pessoas ou reuniões entre os mais queridos.

É…


Foi em uma conversa de bar que um amigo meu, professor universitário, disse a frase “Cara, todo mundo precisa de um objetivo na vida. Seja aprender a tocar um instrumento, ou emagrecer, ninguém vive sem um objetivo.”, isso caiu como uma bomba porque, mesmo sendo um pensamento que eu já tinha, eu percebi que, de certa forma, meus objetivos estavam dispersos. E tudo isso me fez pensar muito sobre o assunto: ter um objetivo na vida.

É o foco nesse objetivo que tira nossacabeça dos problemas, até daqueles que inventamos, e nos coloca num rumo. …


Foto: Pixabay

Houve um tempo, que cada vez parece mais distante, que muitos não conhecem, onde as músicas eram ouvidas em fitas cassetes, discos de vinil e depois em CD’s. Não havia internet rápida na pequena cidade que eu morava. Eu nem tinha computador, muito menos internet, então ouvir música era basicamente alguns discos, fitas, CD’s emprestados porque eram caros para comprar, e quase tudo era pirata.

A hora mais gostosa do dia era jogar um dos mesmos jogos em 16 bits no SuperNintendo, fitas de jogo também eram caras, e ouvir quase sempre as mesmas músicas era comum e gostoso.

É…


Penso, sem base científica, que por trás de toda felicidade inconstante há uma busca constante. Não necessariamente essa busca é de algo maior, concreto ou palpável, mas talvez uma constante voz nas nossas cabeças que nos manda procurar algo que nem ela sabe o que é.

Talvez essa seja a voz citada no incrível texto “Why We Are Never Truly Satisfied”, de Zat Rana, mas talvez seja mais que isso. …


Eu trabalho com televisão, mais especificamente em uma TV legislativa no interior de São Paulo. E a nossa busca diária é em manter isonomia e isenção constantes, já que o número de vereadores é grande e o foco do nosso trabalho é a prestação de um serviço público de qualidade.

Um dos quadros que faço para o nosso jornal diário é sobre educação, e realmente não esperava por uma coincidência. …


Eu não tenho gatos. Nunca tive. Já quis ter. Quero ter!

Foi hoje de manhã. De repente, sem motivo aparente, que apareceu como sugestão do Youtube o vídeo “How I Trained My Cats” (Como eu treinei meus gatos), e pela carinha bonitinha do bichano na miniatura eu resolvi assistir.

De treinados mesmo, os gatos não tinham nada, no máximo davam a patinha em troca de comida. Eram dois gatos “treinados”, o bonitinho da miniatura do vídeo, e um outro que não desperta tanto interesse. Havia ainda um terceiro que fica subindo nos móveis mas não deve ser tão obediente.

Só que o que chamou minha atenção foi a vida do locutor…

Maikol Vancine

Jornalista, pai e tenta ser youtuber! Trabalhos: linktr.ee/vancine

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