O genocídio infantil na Europa

A justiça Inglesa autorizou na terça feira ,dia 11 de abril, o assassinato de um bebe, de 8 meses. A vontade do juiz , prevaleceu neste caso, sobre a vontade da família, os pais cuidadosos de Charlie lutaram até o ultimo momento pela vida de seu filho.

O pequeno Charlie Gard sofre de uma doença mitocondrial rara, que provoca o enfraquecimento dos seus músculos e sérios danos cerebrais. Ele recebe suporte vital no Hospital Great Ormond Street, de Londres, mas os médicos “decidiram”, contra a vontade dos pais do bebê, que os aparelhos deverão ser desconectados para “evitar um sofrimento inútil”.

Os pais de Charlie, Chris Gard e Connie Yates, pretendiam levar o filho aos Estados Unidos para um tratamento experimental e, decididos a dar a ele todas as chances possíveis de vida e cura, por mínimas que fossem, rejeitaram terminantemente a “sugestão” assassina dos médicos.

Segundo o relatado pela notícia Charlie nasceu saudável mas depois de pegar uma pneumonia, seu quadro piorou gravemente. Os pais fizeram uma arrecadação na internet e conseguiram o dinheiro para levar o menino para os Eua, em busca de um tratamento melhor, mas como a criança estava internada, ela não foi liberada. Está foi a primeira vez que a decisão dos médicos prevaleceu sobre a vontade da família.

Pouco tempo depois o caso foi para a justiça, e enquanto os médicos insistiam que mante-lo vivo seriam um esforço desnecessário, a família lutava por sua vida. A alegação final do juiz determinou, que os aparelhos seriam desligados. A família perdeu, em primeiro o direito de decidir sobre a vida do seu filho, e em segundo o próprio filho.

Um outro exemplo que evidencia o estado sentenciando sobre a vida e a morte são a Islândia, a Espanha e muitos outros países.

O dado foi apresentado em um alerta feito em assembleia especial feita no país vizinho, a Irlanda, pelo obstetra dr. Peter McParland, do Hospital da Maternidade Nacional, e deixou em estado de choque os que o ouviam. O comunicado buscou sensibilizar a opinião pública irlandesa, país em que a pressão internacional e de ativistas pela aprovação do aborto tem sido crescente, para que não seguissem o caminho do país vizinho.

Com isso, a Islândia pode ser considerada o primeiro país a erradicar a Síndrome de Down do país recorrendo à morte dos portadores no momento da gestação. Esse tipo de procedimento é conhecido como aborto eugênico.

Não houve um só nascimento de bebê com Síndrome de Down nos últimos cinco anos”, afirmou McParland. Erradicou-se o problema sem ter encontrado a cura, apenas eliminando-o como quem elimina uma praga queimando a plantação. Mas não se trata de uma plantação e sim de vida humana. Mas a Islândia é apenas o “campeão” dessa marca, pois outros países já impulsionam-se nessa corrida: Dinamarca já anuncia que em 10 anos terá conseguido o mesmo objetivo. Nos Estados Unidos são 85% e Reino Unido, 90% dos bebês diagnosticados com a Trisomia 21 (Síndrome de Down) são abortados. Na Espanha, em 2008, 95% foram eliminados no seio materno.

Em 2014, apenas 65 bebês com a síndrome nasceram na Espanha, dos 609 que haviam sido diagnosticados em ultrassonografias de rotina. Essas informações, da Fundação Jerôme Lejeune, dão conta ainda de que, somente 65 destes pequeninos puderam desfrutar de seu direito à vida, enquanto as vidas de outros 544 bebês foram lamentavelmente consideradas inúteis e merecedoras de um aborto”.

Pelo relatos, percebe-se que novamente existe uma grande pressão dos médicos para que a mãe mate seu bebe.

Percebe-se que tanto no caso de Charlie quanto nos abortos com Síndrome de Down, que o estado determina quem pode ou não nascer. A eugenia se fortaleceu e mostra quem são os bons ou não para serem inseridos na sociedade. É o homem assumindo uma posição assombrosa e apontando, segundo seus próprios critérios, quem vive ou quem morre.

Os discursos eugênicos, hoje vem mascarados por um caráter evolutivo, como se só alguns pudessem sobreviver. Isto é uma farsa, porque a sociedade hoje tem recursos para incluir todo ser humano.

Em 1992, o filósofo espanhol Julián Marías declarou:

Parece-me que a aceitação social do aborto é, sem dúvida, a coisa mais grave que ocorreu neste século que termina.

Não é difícil imaginar um futuro em que todos os problemas humanos, tão logo sejam previstos no útero, possam ter seus incômodos rejeitados pela sociedade por meio da eliminação e descarte do ser humano inconveniente, de modo tão fácil como quem retira um tumor ou um cisto. O critério para a validade da vida humana passa a depender, portanto, de cada sociedade, país ou época. Embora pareça tudo uma inovação, as utopias eugenistas já existem há muito tempo.

Margareth Sanger já sugeria o aborto como solução para a pobreza e a proliferação de genes considerados inferiores como negros e latinos. Hitler proibia o aborto para alemães, mas incentivava a prática até forçada em povos vistos como inferiores.”

Hoje, no Brasil, a militância abortista centra suas forças nas comunidades pobres seguindo o argumento de que “só os ricos têm acesso ao aborto seguro”. Aborto seguro significa apenas maior garantia de morte ao bebê sem riscos para quem mata.

Fontes:

https://pt.aleteia.org/2017/04/12/horror-inglaterra-condena-a-morte-um-

bebe-inocente-de-8-meses-de-idade/

http://estudosnacionais.com/islandia-e-responsavel-por-genocidio-dos-sindrome-de/

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