Não existe discussão quando mulheres não podem falar

(Eclipse lunar visto da terra plana, foto e arte autorais)
  1. Em setembro de 2017 transativistas espancaram uma senhora de 60 anos em Londres, no Speaker’s Corner, um local conhecido por ser aberto para pessoas que queiram discursar sobre qualquer assunto;
  2. Em 2012 transativistas jogaram uma bomba de glitter na Germaine Greer, então uma senhora de mais de 70 anos;
  3. Em 2013 transativistas pressionaram para que uma conferência exclusiva de mulheres fosse cancelada;
  4. Em 2017 a Vancouver Women’s Library, uma pequena biblioteca de estudos feministas autônoma e gerida há décadas por mulheres em seu tempo livre foi atacada… por transativistas;
  5. Essa semana, Rose Mcgowan, que sequer é Feminista Radical, foi intimidada por transativistas ao fazer uma palestra sobre os abusos sexuais que sofreu;
  6. A nível local temos hoje, na Construção do 8 de março carioca, um transativista de mais de 40 anos (que se não fosse transativista seria conhecido como “pai de família”) ameaçando publicamente em frente a diversas testemunhas quebrar os dentes de uma mulher de 22 anos;
  7. Em 2014 ameaçaram invadir o terreno da minha família, onde realizamos a primeira Conferência de Feminismo Radical. Em 2015 e 2016 ameaçaram jogar bombas nos Encontros do Manas Chicas;
  8. Em 2016 a Michfest acabou, depois de 38 anos de autonomia e organização de mulheres. O motivo foi a intimidação transativista as envolvidas na organização. Como esquecer do CampTrans de 2012, que contou com transativista levando lança pra se proteger (?). Essas pessoas acamparam do lado de fora de uma festa feminista, exclusiva para mulheres, e acharam necessário LEVAR ARMAS.

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Guerreirinha do Movimento de Libertação das Mulheres e apenas dele. Feminista Radical. Autoridade em maionese.

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Maisa Carvalho

Maisa Carvalho

Guerreirinha do Movimento de Libertação das Mulheres e apenas dele. Feminista Radical. Autoridade em maionese.