Economia criativa: você precisa fazer parte deste movimento!

No final de 2013, eu e meu namorado iniciamos uma projeto de uma marca de roupas produzidas artesanalmente, a Mar e Soul. Muito mais que um estilo de vida, a nossa marca faz parte de um movimento que nos últimos anos vem crescendo e chamando muito a atenção: a economia criativa.
O Sebrae define economia criativa como um modelo de negócio que se origina em atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual em prol da geração de trabalho e renda. A cultura, a moda, o design, a tecnologia e a inovação são alguns dos principais setores deste modelo de negócio.

Resumindo: é o artesanato da feirinha de domingo, são os amigos que se juntam e abrem uma startup, é o grafiteiro que faz a arte de uma loja. A economia criativa é o bom e velho empreendedorismo dando as caras, em um novo formato, mais moderno e mais engajado. É a valorização do talento e da criatividade, um capital intangível que faz com que o crescimento dessas empresas dependa muito mais de seus membros do que do dinheiro investido. São pessoas que escolhem fazer o que realmente amam e sabem fazer.

A economia criativa foca em um público que não quer mais saber do massificado e industrializado. São consumidores que buscam um consumo consciente com a preocupação no impacto social e ambiental de suas compras.
E a prova de que este modelo está no caminho certo é que em tempos de uma economia nebulosa a economia criativa está em expansão e um dos principais motivos disso é a capacidade dessas empresas de oferecer uma resposta rápida e eficaz às adversidades.
Seja criando, seja comprando: o fato é que não podemos mais fechar os olhos para este movimento que levanta uma bandeira muito mais poderosa do que uma nova forma de fazer negócio.
O Compro de quem faz é um movimento de incentivo a economia criativa. Seu manifesto fala sobre a valorização do trabalho de quem faz com as próprias mãos e do fortalecimento da economia local. O Compre do Pequeno é uma iniciativa do Sebrae com o mesmo ideal. Ambos são um ótimo ponto de partida para quem quer repensar os produtos que consome e saber mais sobre o mercado. Hoje em dia também é fácil encontrar lojas colaborativas e feiras onde você pode conhecer mais empresas que fazem parte desta nova forma de negócio.
Faça parte disso você também!