Marcelo Yamada
Sep 4, 2018 · 1 min read

Ótima contribuição, José Renato.

Tenho também uma modesta previsão para esse novo cenário.

A educação formal, apesar de insuficiente para garantir que o candidato detém a competência adequada para a vaga, cumpre o papel de indicar que o mesmo é detentor de conhecimentos básicos sobre um assunto específico (gerenciamento de projetos, administração de bancos de dados, legislação tributária etc.).

No novo cenário em que o que conta é a capacidade do candidato em atingir os resultados esperados independentemente de como e onde adquiriu competência para tanto, creio que alguém (e há aqui uma oportunidade de negócio) poderá assumir o papel de provedor da informação confiável sobre os resultados acumulados pelo profissional ao longo de sua carreira, tendo possivelmente passado por múltiplas empresas e trabalhos autônomos.

Seria um tipo de “cadastro positivo” de realizações profissionais, como já existe para histórico de crédito no mercado.

Me parece que o LinkedIn já tenta cumprir esse papel com suas funcionalidades de recomendações e reconhecimento de competências, mas alguém ainda há de fazer disso um negócio — e essa história pode caminhar muito bem ou muito mal, variando da projeção à exploração do novo profissional.

Um abraço!