Experiências Pessoais Intransferíveis

Meu nome é Marcel, e minha vontade é me aprimorar como ser humano. Sou um homem de 24 anos existindo no Brasil do século 21. Hoje, a ciência embasa algo um pouco mais interessante sobre mim: eu sou uma célula original no corpo de um ser vivo muito maior, chamado Terra. Eu, por conta própria, acredito que só posso crer em tal afirmação porque assim me sinto por dentro. E se sou uma parte singular de tudo, assim acredito que é você. Somos iguais e totalmente diferentes. Reflexos buscando experienciar o que é a vida.

Então, quem sou eu para determinar o que você deve viver, aprender, consumir e experienciar antes do fim dessa grande experiência? Por que criar algo seguindo os moldes da já decrépida superficialidade e banalização dos meios dos séculos passados? Do presente, enxergo parte da mídia ainda aplicando padrões sobre o inconsciente dos leitores, subjugando-os como uma massa que deve se acotovelar pelos mesmos desejos de “como ser mais sexy” ou “como ser um tubarão na carreira”. Como algo poderia funcionar para ambos, se você e eu somos inéditos?

Eu acredito que vivemos uma crise de consciência, oculta por trás de toda crise que é: todas as verdades são na realidade meias verdades. Este texto mesmo é apenas metade real. A outra metade é ilusão. Aqui surge a OXO, entre as frações da verdade. Não como uma revista sobre fatos, mas como um neologismo para “realidade de cada um”. Uma revista de experiências. E ainda que possa parecer subversiva ao jornalismo tímido atual, que anda escoltado atrás de termos antiquados como “imparcialidade’ e “fatos reais”, a OXO foi idealizada sobretudo para transmutar o ser humano através do “sentir na carne” que somente a vivência pode oferecer.

Nosso manifesto é: questione, por natureza, a versão de mundo dos noticiários, e pare, de uma vez por todas, de procurar nisto a verdade. Glorifique conosco o lado humano e sublime das histórias, desça à imparcialidade de quem você é. Porque todas as vezes que um ser humano deseja evoluir e o faz por meio da experiência pessoal, ele olha para dentro de si. E quando faz isso, ele faz do jeito OXO.

Boas experiências!

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