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Não sei parar

Secretamente, desejo histórias de amor,

daquelas que já não existem mais.

Recordo de momentos e sentimentos adormecidos.

Ainda me dão arrepios, frio, calor.

E como matar esse desejo de ter tudo aquilo que vivi?

Por dentro me rasgo em pedaços, grito alto, viro do avesso.

Quero me despir de mim mesma,

provocar, ousar, renovar.

Vamos em frente, quero me libertar dessas amarras invisíveis.

Pensamentos confusos, difusos, passeiam pela mente.

E só os enxergo com os olhos fechados.

Pois tudo se dissipa ao despertar.

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