
As crianças, então, são 100% coerentes nessa potência de fazer o que se quer — até que as moldemos demais. Mas elas, sempre elas, não estão preocupadas em conseguir, em alcançar, em ter sucesso. Elas estão simplesmente fazendo, sendo, brincando. Minhas três tampinhas de garrafa já formam uma coleção. É ou não é? Porque não seria?