Onde os sentimentos buscam morada

Felicidade genuína entra e invade

Impregna e faz morada

Me diz: “você é minha casa”

Estou bem, uso-a como escudo

A ruindade de outrem, não penetra

Não tem porta de entrada

A paz e a alegria aqui residem

Vieram morar dentro da alma.

As ocasiões ruins também chegam,

Não pensem que não.

Entretanto, não ficam por muito tempo

Tristeza não se cria, sem alimento

Morre e vai embora,

Vai em busca de alimento.

A felicidade permanece,

O alimento para ela é dado

E é assim que os sentimentos decidem

Em que alma irão residir.