A execução dos anabatista Maria de Montjoie se afogando em Eiffel, na Alemanha, em 1552.

Philip Schaff sobre a culpabilidade dos protestantes e católicos por intolerância religiosa.

“Na era da Reforma, os anabatistas e os socinianos eram os únicos cristãos que defendiam a tolerância por parte do Magistrado Civil. A queima de Servetus por heresia e blasfêmia é a única mancha negra na bela fama do grande e bom Calvino, mas foi justificado até pelo gentil Melâncton. Os anabatistas foram afogados e queimados em grande número tanto nos países protestantes como nos católicos romanos. A história da Igreja na Inglaterra, de Henrique VIII a Guilherme III, é uma tragédia ininterrupta de perseguição de romanistas contra protestantes, protestantes contra romanistas, anglicanos contra puritanos e puritanos contra anglicanos. Até o solo virgem da Nova Inglaterra foi manchado pelo sangue mártir dos quakers, sob o domínio teocrático do congregacionalismo, cujos defensores na Assembléia de Westminster defendiam os sagrados direitos de consciência. Todas as seitas, com exceção de algumas que nunca tiveram chance de governar, são culpadas de intolerância e perseguição, embora em muito menos que a Igreja Romana […].”

SCHAFF, Philip, The Harmony of the Reformed Confessions, as related to the present state of Evangelical Theology: An Essay Delivered Before the General Presbyterian Council at Edinburgh, July 4, 1877., New York: Dodd, Mead & Co., 1877. p. 53–54.

Tradutor: Marco Marrero

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MDiv. pelo Sem. Presbiteriano JMC em São Paulo | Interessado na teologia histórica & tradição reformada | Yup, presbyterian and irenic in the same paragraph.