Marco Ribeiro
Aug 9, 2017 · 1 min read

O problema que enxergo seria mais na interpretação da palavra. Problema linguístico. Se o objetivo de uma pessoa é mostrar ao outro que todos somos iguais e merecemos direitos iguais, independente do gênero, e esse outro é alguém que desconhece o significado da palavra “feminismo”, provavelmente, por questão de lógica, este outro associará o termo “feminismo” como antônimo de “machismo” (levando-se em conta que ele também não sabe que o contrário é “femismo”), dificultando assim, o processo educacional de quem tenta ensinar sobre a igualdade. Por isso, vejo o feminismo como um processo. Um processo que, em um futuro incerto, levará a humanidade para um pensamento convergente.

No texto, vejo que a Carolina contrapõe argumentadores (Sem referências, a propósito, “Igualitaristas e humanistas argumentam que[…]” de onde veio estes autores?) do igualitarismo e do humanismo e não as doutrinas filosóficas. Penso que, se fizer uma busca no próprio Wikipédia verá que tais doutrinas têm o mesmo pensamento do feminismo e, obviamente, de maneira mais abrangente.

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