(Cheeseburger da Consciência parte 5)

o que você representa perante a sociedade significa o saldo bancário na memória alheia parcimoniosa e comedida em elogios aos ganhos, galhos da moneycultura.

a solidão de fazer mal aos condôminos. os garotos saudáveis tocavam legião urbana. nunca mais renato russo teve o mesmo respeito. um dylan brasileiro que perdeu o gosto da classe média inteligente e que compra discos importados e leu as revistas certas e teve um início ciclotímico igual o de terceiros mas que después de um tempo passaram a perceber a vida como uma excelente modalidade para faturar. ele tinha tetas gritou um dos diabinhos morando na caverna da minha mente. javier tirou onda pedindo que tocasse um artista popularesco que encanta universitários não tão bem informados assim caríssimo philip.

fluxo não ganha jogo.

e as moças eram tão sem sal. sem gosto. os sorrisos nunca mais foram os mesmos minha querida. mas você não existe mais. não existe mais do mesmo. foda-se renato russo e que leve o gessinger junto.

o jornalismo bem intencionado de uma gentinha modorrenta.

tudo que eu preciso é de aditivos. a carga de conhecimento eu garanto ao ler inúmeros receituários de paciente. a voz do médico que nunca tinha sido nem seria soava no alpendre de sua tempestade ventríloqua.

a torta está assando meu querido.

editar tudo depois com um régua de passar.

[ryan adams sim soa canastrão]

o que habilita uma dona de casa de verdade é a capacidade dela em confiar no paninho que utiliza, do qual faz uso minha senhora diria honestamente o vendedor de pérolas para donas de casa ensaboarem a dentição, ao sorrir, principalmente, mas voltando ao ponto … do qual faz uso ao perpetuar a cena na qual retira uma travessa de um forno]

(sim, meus personagens pensam e discorrem feito psicóticos]

agora que eu sei tudo sobre civilidade eu não preciso dela, bradou de maneira casual, sem candura.

ouvir, pensar, aprovar ou não. dizer o contrário seria falta de educação, principalmente para moças.

notas de um subterrâneo {reler}

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