
Jornadas & Batalhas em Karameikos 06 (parte 2)
A Guerra contra Narvik
A Guerra!
Cumprindo com a promessa de Arathas, centenas de soldados apareceram no horizonte assim que o Sol estava nascendo e seus primeiros raios tocavam as terras geladas de Soderfjord. Entre as centenas, não havia apenas soldados karameikanos da divisão da Espada de Halav, mas também guerreiros ylari, cavaleiros ethengarianos e combatentes de Atruaghin.
O Rei Harold sacou sua espada e discursou, então deu lugar a Arathas, que também fez um discurso glorioso que ergueu a voz de todos os guerreiros que gritavam em uníssono contra Narvik.
Chegando ao campo de batalha, uma vila que Narvik estava prestes a atacar, viram os 14 soldados de Narvik armados com grandes machados, mas atrás deles, dezenas de gigantes de pele azul e cabelos brancos, armados com grandes clavas e martelos.

No auge da batalha, Narvik usa seu artefato, as Manoplas Negras, para voar segurando Arathas pelo pescoço. Nos céus, Arathas conjura um toque chocante, fazendo Narvik fraquejar e cair no chão. O guerreiro nórdico dá um golpe mortal em Arathas, que quase morreu mas foi curado pela magia de cura da clériga Sabrina. Erguendo seu artefato, a Orbe Negra, Arathas usa-o para deformar cada osso de Megnjord. Vendo esta cena grotesca, ambos os exércitos param de lutar, aterrorizados, e então Kazuto usa seu Espelho Negro fazendo grandes rochas caírem do céu, acabando com o restante dos inimigos.
No fim da peleja, os mortos, sem distinção de nacionalidade, foram queimados em uma grande pira, exceto os soldados karameikanos, que foram levados para a capital Mirros, para serem enterrados na presença do Rei Stefan III. Enquanto os corpos dos falecidos eram queimados, um homem ruivo apareceu, assemelhando-se a um viajante, porém armadurado com uma cota de malha e carregando uma espada curta de bronze. O homem se apresentou como Dragos Alexander, e falou sobre os “poderes” de Arathas e que deveria destruí-los no vulcão chamado Destruidor, que fica ao sul de Karameikos, no Mar do Pavor. Dragos termina de falar e vai andando em direção a pira funerária, sumindo entre as labaredas.
No dia seguinte, o rei Harold condecora Arathas como Thane Soderfjórdico, um título que equivaleria a capitão no exército de Karameikos. No caminho de volta, a Espada de Halav e os guerreiros ylari foram marchando juntos de volta às suas terras. Indo para lá, Arathas tem uma longa conversa com Zahid al-Salah, uma elfa do deserto capitã de uma divisão do exército de Ylaruam, e ela prometeu ajudá-lo quando ele precisasse.
De volta a Karameikos
Chegando a Mirros, capital de Karameikos, Arathas vai até Ponta Tempestade, antigo lar de Stannis Baratheon, e lá jura fidelidade a Steffan Baratheon, que o adota como filho, assim, Arathas adota o sobrenome Baratheon, e se torna herdeiro das terras de seu novo pai. Arathas recebe o tabardo dos Baratheon e sai para Mirros, e é convidado para um jantar com o rei Stefan.
No banquete com o rei, Arathas é condecorado com mais um título: Lorde da Corte, graças aos seus serviços prestados à Coroa Karameikana.
Depois da condecoração, Arathas pega um navio e ruma para O Destruidor, onde ele arremessa as Manoplas Negras na lava, e atrás dele Dragos aparece novamente, parabenizando-o por ele ter seguido sua dica, então, o homem se revela como a materialização de Halav, o imortal que Arathas tanto venera! A seguir de uma conversa longa, Dragos se despede, e diz que Arathas é um grande amigo, e que em breve se veriam novamente.
Após tudo isso, Arathas e os outros aventureiros vão em busca ao próximo artefato, que os levou para Mashmati, o deserto ao norte de Vaalbara. Kazuto, ao usar seu artefato, levou todo o grupo até esse local, e se depararam com um grande lago…
O Lago de Vaalbara e o Quarto Artefato
O Espelho Negro de Kazuto mostra que o quarto artefato estaria nas profundezas do lago, então, Arathas usa sua Orbe para deformar a terra do centro do lago e fazê-la emergir, revelando assim uma cidade de pedras negras, muito provavelmente construída há muitas eras, antes mesmo da aurora dos homens vaalbarianos. Assim, Arathas eleva uma passarela de terra, tornando possível a movimentação entre a cidade e a terra firme.

No meio da passarela, Arathas conjura seu servo mágico Harlequin e ordena que o mesmo vá até as profundezas, checar se havia algo, e então ele volta assustado, mesmo sendo uma criatura mágica, afirmando que viu monstros, e pega um papel e um lápis, desenhando os monstros: criaturas parecendo homens de pele de borracha escura, com olhos estranhos e dentes grandes, em uma bocarra extremamente aberta. Depois disso, o grupo corre com toda a velocidade possível para dentro da cidade. Adentrando, os aventureiros se depararam com nove monstros idênticos aos do desenho, mas estes auto-denominavam-se como “Guardiões do Cetro”, afirmando que eram mais antigos que a própria humanidade, e estavam nesse local segundo as ordens de um rei ancestral. Os Guardiões dizem que os monstros de fora da cidade são seus inimigos, e querem roubar o Cetro a todo custo, então, Arathas promete que guerreará contra esses monstros, mas precisará do Cetro em troca.
Arathas e Kazuto vão até Krakatos, usando o Espelho Negro, e voltam com vários magos, para que os mesmos os ajudassem contra os monstros do lago. Quando voltaram para o lago, uma guerra de proporções gigantescas ocorreu, entre os guardiões, os aventureiros e os magos e os monstros aquáticos. A peleja foi sangrenta, até que os monstros foram derrotados.
Honrando o trato, os Guardiões, livres do seu fardo, entregam o Cetro para Arathas, que volta para o vulcão Destruidor, no Mar do Pavor, e o destrói.
Kazuto pega seu artefato, ativa-o, e os aventureiros são levados para uma floresta tropical, aparentemente localizada em Vaalbara…
Continua…
Assim como o anterior, este relato está muito longo, mas em breve será postada a parte final. Não perca!
