Jornadas & Batalhas em Karameikos 06 (parte 3)

O Vulcão de Khaldum

Marcos Moraes II
Nov 3 · 2 min read

Antes de tudo, vou deixar os créditos à Athos Beuren, autor do livro-jogo Viver ou Morrer, criador do nome Khaldum.

Os Bárbaros da Floresta

Na floresta de Vaalbara, os aventureiros começam ouvindo uma leve conversa em um idioma desconhecido, então, quando vão caminhando em direção a conversa, o Espelho Negro de Kazuto sinaliza que o Artefato que estavam procurando estaria no centro de uma aldeia. Depois de alguns minutos observando, encontraram uma vila primitiva, com casas de madeira, folhas e peles de animais, porém no centro dessa vila havia uma grande pirâmide de pedras cinzentas e, ao lado, um grande vulcão, cujo topo expelia uma fumaça branca e fina.

Os habitantes da vila eram homens e mulheres de pele morena, tatuada, que usavam roupas simples como peles de animais selvagens. Alguns portavam colares de pedras e outros armas primitivas como tacapes e macuahuitl, que eram clavas de madeira com pedras negras formando uma lâmina.

Arathas conseguiu falar, brevemente, com um homem que se intitulava como “Sacerdote”. O Sacerdote contou que o deus a qual adoravam ficava no vulcão, e que poucos poderiam entrar, mas graças a alguns presentes dados ao Sacerdote, os aventureiros puderam entrar no vulcão.

Dentro do vulcão a temperatura subia cada vez mais, forçando os aventureiros a removerem suas armaduras, até que então ouviram uma voz retumbante, tal qual um trovão, reverberando num salão dentro do vulcão, mas longe da lava. A voz dizia que eles não deveriam estar neste local, então os aventureiros desafiaram a fonte da voz, que apareceu, na forma de uma grande criatura formada por brasa e fogo, portando uma cimitarra e uma ampulheta de areias negras…

O Deus Khaldum! (arte disponível em ArtStation)

Os aventureiros partiram para o combate, então, a criatura, que agora se intitulava como o próprio Khaldum, matou Kazuto com sua cimitarra, que explodiu em uma bola de fogo, e para vingar seu parceiro de aventuras, Arathas usou o artefato de seu amigo, o Espelho Negro, para teletransportar Khaldum para um oceano, que certamente o mataria.

Arathas recuperou a ampulheta, guardou-a e saiu do vulcão, logo depois voltou para Mystara e partiu em viagem para O Destruidor, o vulcão do Mar do Pavor. Lá, arremessou a Ampulheta Negra na lava ardente, e então, retornou para sua casa, com sua família, em Ponta Tempestade.

Cemitério

Kazuto Kirigaia, morto por um deus ancestral que vivia em um vulcão.

Conclusão

Essa foi definitivamente a sessão mais longa já feita em nossa campanha. Agradeço ao jogador Pedro por esse belo e extenso relato!

Marcos Moraes II

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Nerd, RPGista e Numismata. Sou membro do R&B para Todos e quero espalhar o RPG pelo mundo!

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