Um ponto conquistado e lamentado pelas duas equipes
O empate no placar em 1 a 1, no Mineirão, estragou a noite dos soteropolitanos, que tinham a oportunidade perfeita para se aproximar do G-6 e frustrou os planos cruzeirenses, que continuam a flertar com o Z-4

O pênalti, marcado por Wagner Reway e convertido por Fernandão aos 22 minutos do segundo tempo a favor do Bahia, dava indícios de uma noite perfeita para o Tricolor baiano.
Roger Machado e seus comandados, com o resultado momentâneo, voltavam a disputar uma vaga no G-6 já que os resultados negativos de Corinthians e Internacional na rodada os ajudavam.
A penalidade máxima marcada no Mineirão contou com auxílio do VAR e gerou a expulsão de Orejuela, que colocou a mão na bola de forma involuntária. Um exagero por parte da arbitragem, que aplicou o segundo amarelo e expulsou o lateral-direito da Raposa.
Portanto, não era esperado que o Cruzeiro empatasse a partida. Isso porque nos 45 minutos inicias, em igualdade numérica, o time comandado por Abel Braga perdeu várias chances de abrir o placar principalmente com David e Fred, ambos vaiados pela torcida no momento em que foram substituídos.
O primeiro a ser sacado foi o camisa 11, que deu lugar ao personagem da partida, Sassá. Com apenas seis minutos em campo, o centroavante, que vivia jejum de 16 jogos, foi mais eficiente do que David e precisou apenas de um chute para empatar o confronto.
Logo após o gol, Abel tratou de ajeitar o lado direito da sua equipe e trocou Fred por Edílson para consertar o espaço deixado por Orejuela, expulso na partida.
O jogo terminou com o marcador igual nos dois lados. O empate em 1 a 1 prejudicou ambas as equipes.
O Bahia foi ultrapassado pelo Goiás, que surge como outro adversário na luta pelo G-6. Já o Cruzeiro deixou escapar a oportunidade de abrir três pontos da zona de rebaixamento e ter uma folga maior em relação ao Fluminense, primeiro time na zona de rebaixamento.
