Belo texto.
Rodrigo Cardia
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Acho que tem outras maneiras de se adequar o uso da língua… Essas questões normativas nossas estão ainda muito atreladas às de Portugal, não sei se algo seria dicionarizado assim por aqui tão cedo, nossos gramáticos também são extremamente conservadores (não necessariamente preconceituosos). 
Pois é… isso do “x” não funciona na prática, né?! hahah