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Não se pode encaixar o literário, o opinativo e o factual num mesmo campo de resposta. No literário não existe certo nem errado, as interpretações são diversas, então não existe linearidade. E também não é sobre isso que se trata meu texto.

Falo sobre determinados casos em que não deveríamos opinar com tanta urgência e imposição, nem nos colocar como autoridade sobre o texto de outros (como nem mesmo o próprio autor pode se colocar desta forma sobre as interpretações, apenas naquilo que de fato ele é responsável por ter dito).

Meu texto dá enfoque aos opinativos, principalmente àqueles desnecessários. Não estava falando sobre factuais, deste modo não havia necessidade de separação, se não aquela já prevista pelos conhecimentos prévios do leitor. Mas isso é além do meu texto, que acaba em si mesmo, dizendo o que tem pra dizer em sua completude, em seu campo de discussão. É uma pequena parte de um campo enorme que dá margem para diversas outras críticas e explanações… eu apenas limitei meu campo.

Não é um texto sobre essa distinção. Mas se vê tanta importância e, se nos seus padrões, há uma “falha” no meu texto sobre este ponto, que poderia ser abordado, convido-te a escrevê-lo você mesmo e expandir para mais um dos campos de discussão desta área. Ainda mais ao pensar que não era parte da minha temática e você que tem logo bons argumentos para tal.

Volto a dizer que minha fala é sobre as diversas interpretações de um texto e a fabricação de discursos de ódio a partir disso por mera subjetividade egocêntrica. E apenas isso.

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