Sabonete Phebo: O último resquício de civilização em um mundo de barbárie
Vinícius Perez
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Incrivelmente inteligente tua resenha. Eu sim voltei no tempo, quando tinha uns 15 anos e passava na rua da fábrica da Phebo em Belém.. hum que perfume agradável em toda a extensão da rua. Lembrei dos banhos de rio na casa da minha avó com minhas tias, da visita na casa da minha mãe, depois de casada. Lá só entra sabonete Phebo tradicional, sempre!! Obrigada!Que demais!