Jul 23, 2017 · 1 min read
“… sei onde estou, mas me sinto perdida, vou para o canto de sempre, tentar achar alguma normalidade para me situar. Me encontro na fila do mc, enquanto espero a minha vez, tento decidir o que vou pedir – muito mais por costume do que por fome, e penso em pedir o de sempre. Mas não conseguiria comer tudo sozinha, e decido não pedir nada. Decido apenas ir embora – sim com aquela voz e daquele jeito que a gente falava – embora agora …”
